Alunos de escolas públicas dos EUA protestam contra lanches saudáveis

Hora do almoço no Ensino Médio 104, em Manhattan, onde vários legumes foram parar no lixo. Foto: The New York Times
Alunos da cidade de Pittsburgh, Pensilvânia, nos Estados Unidos, organizaram por meio de redes sociais uma greve contra a comida oferecida nas escolas públicas do país. A reclamação é que, foram implantadas comidas mais saudáveis, porém, mais caras.

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A medida é do programa "Hunger-Free Kids", de 2010, que tenta convencer crianças a comer o que é bom para elas. De acordo com as novas restrições, merenda escolar não devem ter mais do que 850 calorias, almoços do ensino médio não devem passar das 700 calorias e almoços do ensino fundamental não mais do que 650.

Em uma pequena agricultura e pecuária na comunidade Kansas ocidental, eles produziram uma paródia e colocaram no YouTube (vídeo ao lado). No mês de agosto a hashtag “brownbagginit” foi tendência no Twitter.

Em Nova Jérsei, mais de 1.200 pessoas se juntaram a um grupo no Facebook que pede que a alunos do Ensino Médio boicotem os almoços escolares. Apesar da tentação de um almoço chinês na sexta passada, pucos compraram na lanchonete.

"O almoço custava 2,50 dólares no ano passado, agora custa 2,60 dólares. A cafeteria ainda oferece pizza, batatas fritas e nuggets de frango, mas todas as porções encolheram. As maçãs embalados que cada aluno deve tomar antes de sair da fila do almoço geralmente acabam no lixo", disse Brandon Faris, um dos organizadores de boicote.

Segundo o diretor de uma escola no vilarejo de Mukwonago, Wisconsin, a participação no almoço tinha caído 70%. "Há uma redução de alimentos como batatas fritas e pães com alho, mas não há realmente um aumento de frutas e verduras... Esta é uma tarefa difícil para eles, se eu tivesse 17 anos, também estaria reclamando", disse McNulty.

Com informações The New York Times
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